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quinta-feira, 25 de agosto de 2016


---------- English Version ----------

Beneficially unexpected encounters

During previous weeks, we agreed and mark the route that approximate us to Madeiran sustainability. For that, it was necessary to research experiences that could give us account on sustainable practices where the community were involved. Thus, we plan visits to Câmara de Lobos and Funchal.

We took the bus to Camara de Lobos, where once again, the landscape was a delight. Upon reaching the city, we find that, although the day and announced his presence with bright sunshine, people quietly began their activities. On site, we had the opportunity to meet various social agents, public and private, who showed us and orient about organisms that maintain sustainable practices. 
Ornamented steets for the Black Scabbard Fish Festival
Câmara de Lobos - Madeira

Here, unlike in the capital of the island, it is possible to perceive otherwise the essence of its people, who are almost immediately to the sea. The presence of a bay that protect and encourage, that invite your whole body breathe, allowing you could feel in the right place and time where you are. Despite being an strange and unknown place for me, it reminds me of the feeling of those places where you feel at home.
Panoramic view from Câmara de Lobos
Madeira

On the coast of Funchal, it was possible for the first time to see how the sun rises ... the opposite of where I live. It rises over the mountains, illuminating the sea and their fishermen, who are the first to work, approaching from the coast. There we could observe from afar in their trade with merchants who attended at first hour to the 'lota' (fish auction market). Advancing the day, we met with other social agents wich are oriented to an historical and heritage rescue of Madeira, where through volunteerism they contribute to the community, while valorize their sites through tourism.

City Hall - Funchal
Madeira

While i am interacting with people, i'm perceiving and appreciating the way how we distinguish. In each of these meetings, an arrangement and admirable collaboration has shown: they indicate where we could find stakeholders in Madeira, with an enthusiasm and contagious genuineness, were willing to collaborate with the STARS project, to get involved in our needs and allow us to collaborate with them openly.

Through the Madeiran stories, it is possible to approach the virtues of its people, to be part of their dynamics... slowly the Pearl of the Atlantic is exhibiting.

Funchal's landscape - Madeira

---------- Versão em Português ---------


Encontros frutuosamente inesperados.

Durante as semanas anteriores, acordámos e marcamos a rota que nos aproximar com a sustentabilidade madeirense. Para isso, foi necessário acessar a Internet em busca de experiências que poderiam nos dar conta de práticas onde a comunidade estivesse envolvida. Assim, planejamos dois días de visita a Câmara de Lobos e Funchal.

O auto-carro nos levó para Câmara de Lobos, onde mais uma vez, a paisagem foi uma delícia. Ao chegar à cidade, descobrimos que, embora o dia e anunciou a sua presença com a luz do sol brilhante, as pessoas lentamente iniciavam suas atividades. No lugar, tivemos a oportunidade de conhecer vários agentes sociais, públicos e privados, indicaram entusiasmados onde dirigir-nos às agências que mantêm práticas sustentáveis.

Decoração das ruas para a  Festa do Peixe Espada Preto - Câmara de Lobos

Aqui, ao contrário da capital da ilha, é possível perceber de outra forma a essência de seu povo, que estão quase imediatamente para o mar. A presença de uma baía que acolhe e propulsa, convidando teu corpo respirar, permitindo-te sentir no lugar e no tempo certo onde você se encontra. Por mais estranho e desconhecido que o lugar me pareça, faz-me lembrar o sentimento dos lugares onde me sinto em casa.


 Na costa do Funchal, foi possível pela primeira vez observar o amanhecer ... o oposto de onde eu moro. O sol nasce sobre as montanhas, iluminando o mar e os seus pescadores, que são os primeiros a iniciar seu trabalho, aproximando-se da costa. Nós pudemos observar desde longe o intercambio com os comerciantes que participaram da lota há primeira hora. Avançamos o dia, e nos reunimos com outros agentes que concentram-se no resgate histórico e do património da Madeira, onde através do voluntariado, conseguem contribuir para a comunidade, e por em valor seus sítios através do turismo. 

Fim da tarde no Funchal - Madeira
Ao interagir com as pessoas, eu posso perceber e apreciar a maneira que distingo-me entre eles. Em cada uma dessas reuniões, mostram-se com um arranjo e colaboração admirável: eles indicam onde poderíamos encontrar stakeholders ​​na Madeira, com um entusiasmo e autenticidade contagiosa, estavam se preparando para colaborar com o projeto STARS, para se envolver em nossas necessidades e permitir-nos para colaborar com eles abertamente.


Através das histórias madeirenses, é possível aproximar as virtudes do seu povo, para fazer parte de sua dinâmica... lentamente a Pérola do Atlântico está exibindo-se.


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

DÍA DE ESCRITÓRIO

Os dias de escritório são diferentes dos dias de campo. São mais relaxados e rotineiros. Mudas os bosques e montanhas da Madeira pela comodidade da cadeira, a mesa e o computador. Trocas da natureza para a realidade virtual da internet, documentos, fotos, etc.

A primeira tarefa do dia é atualizar o facebook e olhar o e-mail. Se não tenho nenhuma noticia de atualidade nem nada novo na newsletter, pois vou ter que procurar algo interessante na web.
Tenho que tentar organizar-me bem para que não se acumule o trabalho. Dito isto é melhor que crie uma pasta com as fotos da última saída de fura-bardos, antes de ir tomar café.

O café, um dos melhores momentos do dia, fonte de energia extra nas manhãs que o sono e o cansaço não permitem trabalhar bem. Também é tempo para conversar com as colegas, rir um bocado e carregar as pilhas para continuar o dia. Para terminar honestamente a breve descrição deste momento do dia é preciso nomear os deliciosos croissants de mel, os melhores da Macaronésia.

Escritorio da SPEA Madeira.
Ao voltar ao escritório, vou trabalhar com o que mais gosto, os cartazes e os convites. Ponho a trabalhar a criatividade e aprendo a usar os programas de desenho, servindo-me dos tutoriais do youtube se for preciso aprender novas ferramentas.

Assim chega a hora do almoço - horário português - às 13 horas aproximadamente. Toda a equipa se senta na mesa com os seus tupperwares e tentamos animar o momento com alguma conversa agradável. Mas agora vem o segundo café, que não é tão necessário como o primeiro.


Deste modo entramos na parte final do dia, procurando algumas fotos cá, publicando umas notícias no LIFE Fura-bardos lá. Antes de voltar para casa, fica uma coisa pendente… faz muito tempo que não atualizo o blogue! Na pré-formação do SVE disseram-me que tinha de prestar especial atenção ao blogue e escrever regularmente, porque quando finalizar o voluntariado poderei ver nele um reflexo de minha evolução, como se fosse um diário. Tentarei escrever artigos mais frequentemente.




OFFICE DAY

Office´s days are different to field´s days. It´s more relaxing and rutining. I change Madeira´s forests and mountains for a comfortable chair, table and computer. I change the nature for a virtual reality to internet, documents, photos, and so on.

First duty is update the Facebook and check my e-mail. If I don´t any current news or anything in the newsletters I´m going to find something interesting in the web. I have to be organized properly for it doesn´t accumulate the work. Told that, It´s better I create a paste with the last field work´s pictures before go to have a coffee.

A coffee, one of the bests times of the day. It´s an extra power source in the mornings in which I´m sleepy and tiredness not allow to work well. It´s also time to talk with my colleges, laugh a little bit and charge of power to go on the day. To end honestly the description of this time of the day it´s necessary named the delicious honey croissants, the bests of the Macaronesia.

To come back to the office I’m going to work with my favourite job, posters and invitations. It work my creativity mind and learn to use design programs, watching YouTube tutorials if was necessary learn new tools.

So it get lunch time – Portuguese time – at 13.00 around. All SPEA team sit down around the table with their Tupperware’s and we try to be a funny time with a nice talk. Then it come the second coffee, although isn´t as necessary as the first one.

That way, I go on in the end of the work day, searching some photos or publishing some news in the LIFE Sparrow hawk website. Before to come back home, there are something more to do… it´s a long time I haven´t wrote anything in the volunteer blog. In the EVS pre-formation the trainer said me would be fine I will pay attention to the blog and will write regularly, because when I finished my volunteer I will be able to see my evolution, like it was a diary. I´m going to try to write  too often.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

DIA DE CAMPO


Depois de três meses realizando trabalho de campo com biólogos pelas levadas e ribeiras da ilha da Madeira adquire-se bons hábitos, como levantar-se cedo, tomar um bom pequeno-almoço, melhorar a condição física, etc.

Sete da amanhã é uma boa hora para levantar-se, aproveitar melhor o dia e a mente esta mais desperta. Um bom café é imprescindível. Há que preparar o saco com água, comida, a máquina fotográfica (com a bateria carregada) e um casaco, que não se sabe se o tempo pode mudar de repente.

O carro da SPEA espera no Campo da Barca às oito horas com a Sandra ao volante para iniciar uma nova saída de campo. Estamos no final do julho e é o período em que os filhos do fura-bardo estão a deixar o ninho, no entanto também é o melhor período para lhes tirar fotos.

O objetivo deste percurso: visitar três ninhos pela área de São Vicente, dois deles de certeza com crias mas o outro temos de o verificar. 

1.Ninho no Chão de Ribera
Uma das paisagens mais bonitas da ilha, na minha opinião. É um vale de grandes montanhas e penhascos cobertos por bosques de Laurissilva. Ao fundo há uma ribeira que leva pouca água entre rochas duma cor azul característica. A zona é perfeita para o fura-bardo. O verde da floresta contrapõe-se com o vermelho do chão, coberto por folhas de vinhático, criando uma vista espetacular.
Para chegar ao ninho temos de subir umas longas e íngremes escadas esculpidas na encosta da montanha aproveitando as rochas e troncos do caminho. Muitas áreas são perigosas e ainda por cima chove.

Temos de subir quase todas as escadas para chegar ao ninho. Já conhecemos o lugar, que foi onde tiramos a primeira foto do fura-bardo. O ninho já está vazio porque os filhos estão a voar e temos que esperar que voltem. A câmara em cima do tripé aponta durante uma hora o seu objetivo, mas não aparece. Um assobio nas nossas costas e uma pena no chão são a única coisa que levamos. Cansados pela chuva, o frio e a espera em vão voltamos ao carro.
Um dos três. Se calhar no seguinte há mais sorte.


2.Segundo ninho no Chão de Ribera
Para chegar ao segundo ninho temos de seguir uma levada perto da estrada que penetra numa ribeira. Procuramos um ninho rapidamente, mas é do ano passado e está abandonado.

O Parque Natural de Madeira também participa no Projeto LIFE Fura-bardos, cuja fase nesta época do ano consiste em procurar a maior quantidade de ninhos possíveis, e assim, facilitar o estudo e seguimento da espécie. O vigilante do Parque Natural, responsável desta área, disse-nos que há outro ninho novo a 40 metros mais à frente, seguindo a vereda.

Estamos há duas horas procurando o ninho, para cima e para baixo da ribeira, explorando lugares quase inacessíveis. Ficamos sujos de terra, magoamo-nos, rompo as calças e quase perco o tripé pela levada.

Finalmente, conseguimos encontrar o ninho. Estava abandonado e era de pombo. Voltamos para o carro, bastante desmoralizados, almoçamos e vamos para o terceiro ninho.
Dois de três. É nossa última oportunidade.

3.Ninho da zona das Gingas
Oito horas de trabalho frustrado e espera em vão baixam a moral bastante. Subimos a Gingas por uma estrada de terra em mau estado, embora não seja grande desafio para o todo-terreno da SPEA. Só pelas vistas da ribeira de São Vicente com o mar ao fundo e as verdes montanhas já vale a pena subir.

Para minha sorte é fácil aceder ao ninho. Andas um pouco pela levada, sobes um bocado da encosta abundante de vegetação e… prémio! O ninho tem uma cria pequena e dois filhotes maiores quase pr
ontos para sair a voar. Está muito perto de nós e podemos observar muito bem. A Sandra e eu, depois de um dia cheio de fracassos, ficamos observando aos pequenos fura-bardos, tranquilos e em silêncio, mas com uma satisfação e felicidade que se pode sentir no ar.


No final, valeu a pena.










FIELD DAY


After three months doing fieldwork with my biologists fellows by canals and riversides from Madeira whoever acquire good habits, as wake-up early, have a good breakfast, improving your fitness, and so on.

Seven o´clock it´s nice time to get up, you seize better the day and your mind is clearer. A good coffee is necessary. You have to arrange your bag whit a bottle of water, meal, photo camera (with a charge battery) and a coat, so you don´t know how the weather suddenly could get to change.

SPEA car it´s waiting in Campo da Barca at eigth o´clock with Sandra in front of steering wheel for start a new field’s work day. It´s the end of July, when hawk´s hatchlings are going out of its nets, so also is the best time to take them photos.
The aim of this trip: to visit three nets for San Vicente area. Two of them have hatchlings and the other one we have to check it.


1. Net in Chão of Ribera
It´s one of the most beautiful landscapes to Madeira, in my opinion. A valley with high mountains and cliffs covered by dense laurissilva vegetation.  At the botton there are a riverside with a little bit of water between a characteristic blue rocks. It´s a perfect area for hawks.

The green of the forest contrasts with the red ground, covered by leaves of “vinhatigo”, creating a spectacular picture. To get to the nest we have to climb a long, steep stairs snaking up the hillside, excavated on the slope of the mountain, using rocks and trunks the way. it´s very dangerous and to top it´s rains.

We almost have to upstairs all of them. We knew the place yet, because was where we took the hawk´s first photo. The net is empty because the hatchlings are already flying and we have to wait until they come back. The photo camera mounted on the tripod is pointing his aim during one hour, but they don’t´ appear.

A whistle behind us and a pen on the floor is all we get. We come back, tired by rain, cold and waiting in vain.

One of three. Let's see if it most lucky in the following.

2. Second net in Chão de Ribera
For get to the second net we have to go on a canal uphill in a Ribeira. We found it quickly, but are form de last year and it´s abandonded.

The Madeira Natural Park is also involved in the project LIFE Fura-bards, whose phase at this time of year is to find with as much possible nests, and thus facilitate the study and monitoring of the species. A responsible for this area from Natural Park, tells us that there is another new nest 40 meters from this nest along the walk.
We are looking for the nest two hours, up and down the riverbank, exploring almost inaccessible places. We get dirty, we are filled with dust, hurt us, I break my pants, and I almost lost the tripod in the canal.

At least, we got to find it. It was for pigeon and was abandoned.  We come back to Spea car, have a lunch a go to the last net.

Two of three. The last chance.

3. Net in Gingas
Eight hours of frustrated work and wait in vane your moral is quite low. The up to Gingas by a dirt road in bad shape, nothing that Spea car can´t overcome. Just for de views from above to Ribera of São Vicente, with the see in the background and the green mountains be worth to rise.

Luckily it´s easy to gain to the net. You walk through a canal, get into a uphill with a dense vegetation and… yeaah! A net with a little hatchlings and two one older that almost get flying. The net is so close and it´s easily to observe.

Sandra and me, after a day full of failures, we were watching the little hawks, quietly, but with happiness and satisfaction that you can feel in the air.

In the end it was worth it. 

terça-feira, 26 de maio de 2015

Golfinhos e baleias

   Funchal, vista desde o catamarã.
Um pequeno salto e de volta na água. Um dia esplêndido para nadar no Oceano Atlântico, na direção oeste. Outro salto para tomar um pouco de oxigênio e continuar nadando. Na superfície, perto de terra, flutua uma dessas “coisas” cheias daqueles seres que continuamente poluem o mar.
Esta "coisa flutuante" é um catamarã com os membros do Seminário "Desenvolvimento e Biodiversidade", navegando ao longo da costa sul da Madeira enquanto se depara com um grupo de golfinhos e baleias-piloto. O barco deixou o porto do Funchal e foi para o leste ao longo da reserva marinha de Garajau, até à Ponta da Oliveira. Parou para observar os cetáceos, e depois virou na direção oposta, para oeste, para Câmara de Lobos e Cabo Girão – 589 metros, o segundo mais alto na Europa-.
Uma Manta.
O passeio de barco foi bom para relaxar depois de uma semana cheia de novas experiências. Mas há que estar preparado para os desafios que se seguem. O primeiro é aprender uma nova língua. A segunda é se tornar um fotógrafo de aves decente. Ambos exigem paciência. Francelho, pombo-trocaz, tentilhão, manta,… são algumas das aves que estão testando a minha habilidade.
   
Quando chegas em um lugar novo tudo em redor é novidade, e, ao passar as semanas, chega um momento, em que as ruas, pessoas, hábitos, etc.; começam a parecer normal e quotidianas. A segunda semana termina enquanto na rua é um alvoroço incomum, os gritos dos fans que comemoram o campeonato alcançado pelo Benfica.



 Dolphins and Whales


Uma Manta e Um Francelho, voando alto.




A little jump and back into water. A nice day to swim out the Atlantic Ocean, westward. Another jump to take some oxygen and continue swimming. On the surface, near the ground, floats a “thing” full of those beings that continually pollute the sea.

This “thing” is a catamaran with members of the seminary development and biodiversity; sailing along the south coast of Madeira, while it´s crossing with a group of dolphins and pilot whales.
Cabo Girão, vista desde o Catamarã.

The ship left the port of Funchal and went eastward along the marine reserve of Garajau. Then he stopped to watch the cetaceans and then turn in the opposite direction, through Câmara de Lobos to Cabo Girão -589 meters, the second largest in Europe-.
The boat trip was so good to relax after a week full of new experiences. But there are to be ready for the challenges that come. The first one is learning a new language. The second one is to become a decent bird photographer.
Both require patience. Francelho, Pombo trocaz, Tentilhão, Manta... are some of the birds that will test my hability.


When you get to a new place, all around you it is new, and, as the weeks go by, get a time when the streets, people, customs, etc. begin to seem normal. The second week concludes while the street there an unusual bustle, the cries of fans celebrating the league achieved by Benfica.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Um resumo do EVS "Cidadania Ambiental"

Neste link podem ver o resumo do meu EVS em menos de 5 minutos.
Espero que gostem e desfrutem...




Soledad Álvarez


In this link you can see the summary of my EVS in less than 5 minutes.
I hope you like and enjoy...


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

I would just like to propose a toast….



At the start of this month I visited Braga, in the north of Portugal, to take part in my EVS induction training. The 4-day event brought together around 60 volunteers in total; I was really surprised to learn how many people are taking part in this European exchange, as well as the variety of participating nationalities and diversity of projects. Here on Madeira we are stuck out in the Atlantic Ocean, about 1000km away from mainland Europe. The island has a completely different climate, landscape, governance, even its own idiosyncratic dialect and festivities, to mainland Portugal. So it is perhaps not always so apparent to me that, as well as working for SPEA in Madeira’s regional office, I am also actually part of a bigger, wider scheme – of EVS volunteers. For me, this was the highlight of my trip to Braga – meeting so many lovely and interesting people, sharing experiences, and being given the encouragement, ideas and motivation to develop our own individual projects. 



The day’s itineraries were packed with activities, games, discussions, reflection moments, not to mention full entrées at mealtimes and coffee breaks. On top of that, we had to - of course - take the opportunity to make “cultural visits” to Braga’s bars in our free time. (Least to say I didn’t sleep very much; I’m still amazed at how on earth I managed to successfully get back to Madeira – a journey of trams, trains and planes, without falling asleep or getting lost along the way!) We spent most of the time in the hotel training room, which might not sound very exciting, but actually the trainers of the event brought an enormous amount of creativity and curiosity to the tasks at hand.

Some of the stranger activities included “A Taste of Portugal”, (which we jokingly likened to being initiated into a cult). We sat blindfolded in a darkened room, absorbing cultural sounds, smells and tastes and touch such as olive oil, sea salt, Fado music, and the story behind “Galo de Barcelos”, the national symbol of the colourful Rooster. Another bizarre event was the last night’s “Crazy Dinner!” where each person had to undertake a secret, entertaining task written in a note underneath their soup bowl. Mine was to propose a toast every 10 minutes! Others had to sing a national song in their mother tongue, or run around the room screaming and giving people hugs. 



One of the more serious activities was titled “Intercultural Exchange”. The room was set up with several tables with 4 or 5 chairs each. We were to play a simple card game, where the winners and losers changed tables every few rounds. The twist was – we had only 5 minutes to memorize and practice all the written rules of the game on each table. After that, verbal communication was no longer allowed, the rules were taken away, and the game started. Of course as we played, it transposed that each table had apparently interpreted the game completely differently (despite the rules being very clear!), as well as having adopted its own set of “unwritten” rules. This was amusing in itself – seeing the frustration, confusion, and competitiveness arise in different people, all in silence. But the discussion afterwards helped us to draw symbolic connections between the simple game and our very real intercultural experiences in Portugal. During this and the many other activities in Braga, I think everyone found something useful, stimulating, and sometimes poignant to relate to what they were discovering through EVS.

 


So, all in all, it was also a very thought-provoking and motivational few days. One of the main themes running through the event was – European citizenship and active participation, (also our topic for this month’s blog discussion). The activities in Braga made me think more about the bigger picture of my EVS experience - of what it really means (to the world!) to volunteer abroad. Aside from being a major personal challenge, it is an excellent opportunity for the exchange of ideas, skills and cross-cultural learning. Just as the European Union was formed in order to promote political and economic stability between its member states, perhaps in a not dissimilar way, as international volunteers we can all work towards a common cause – to promote peace and partnership, in whichever fields of work we are engaged in.

So on that note, I’d just like to say a big “cheers!” - to EVS. To good times, great  company… To all of you…. to health…… to life….  

Teresa 


Images from:



Eu gostaria apenas de propor um brinde ....

No início deste mês, visitei a cidade de Braga, no norte de Portugal, para participar na minha formação à chegada do Serviço Voluntário Europeu. Este evento de 4 dias, reuniu cerca de 60 voluntários, e fiquei realmente surpresa ao saber quantas pessoas estão participando neste intercâmbio europeu, bem como a variedade de nacionalidades e diversidade de projetos participantes. Aqui, na Madeira, estamos “presos” no Oceano Atlântico, a cerca de 1.000 quilômetros de distância do continente europeu. A ilha tem um clima completamente diferente, assim como a paisagem, gestão, e até mesmo o seu próprio dialeto idiossincrático e as festividades, em relação a Portugal Continental. Por isso, talvez não seja sempre tão evidente para mim que, assim como trabalhar para SPEA no escritório regional da Madeira, também sou, na verdade, parte de um maior e mais amplo esquema de voluntários do SVE. Este foi, para mim, o destaque da minha viagem a Braga - conhecer tantas pessoas lindas e interessantes, compartilhar experiências, e sentindo o incentivo, ideias e motivação para desenvolver os nossos próprios projetos individuais.

Os planos diários foram embalados com atividades, jogos, debates, momentos de reflexão, para não mencionar nas refeições e coffee breaks . Em adição, nós tivemos - é claro - a oportunidade de fazer "visitas culturais" aos bares de Braga no nosso tempo livre. (Para não dizer que dormi muito pouco e ainda não consigo perceber como consegui chegar com sucesso à Madeira, após uma viagem de comboios e aviões, sem cair em sonhos ou perder-me no caminho). Passámos a maior parte do tempo na sala de reuniões do hotel, o que pode não soar muito excitante, mas, na verdade, os formadores do evento trouxeram uma enorme quantidade de criatividade e curiosidade para as tarefas que nos apresentaram.

Algumas das atividades mais estranhas incluiu "A Taste of Portugal" (que em tom de brincadeira pode ser comparada ao início de um culto). Sentámo-nos com os olhos vendados numa sala escura, absorvendo sons culturais, cheiros, gostos e toques, como o azeite, sal marinho, Fado e a história por trás do “Galo de Barcelos", o símbolo nacional do Galo colorido. Outro acontecimento bizarro foi a última noite no "Jantar louco!", onde cada pessoa teve de realizar uma tarefa secreta e divertida escrita numa nota debaixo da sua taça de sopa. A minha era de propor um brinde a cada 10 minutos! Outros tiveram que cantar uma música nacional na sua língua materna, ou correr ao redor da sala gritando e dando abraços às pessoas.

Uma das atividades mais sérias foi intitulada de "Intercultural Exchange". O quarto foi criado com várias mesas com 4 ou 5 cadeiras cada. Estávamos a jogar um simples jogo de cartas, onde os vencedores e perdedores mudaram de mesa a cada poucas rodadas. Tivemos apenas 5 minutos para memorizar e praticar todas as regras escritas do jogo em cada mesa. Depois disso, a comunicação verbal não foi mais permitida, as regras foram levantadas, e o jogo começou. É claro que, como o início do jogo, e à medida que trocávamos de mesa, constatámos que cada participante interpretou o jogo de uma forma completamente diferente (apesar das regras serem muito claras!). Além de cada um ter adotado o seu próprio conjunto de regras "não escritas". Foi divertido verificar a frustração, confusão e competitividade surgindo nas diferentes pessoas, todas em silêncio. Após o jogo, a discussão ajudou-nos a desenhar as conexões simbólicas entre o jogo simples e nossas experiências interculturais muito reais em Portugal. Durante esta e muitas outras atividades em Braga, acho que todos aprendemos algo útil e estimulante e, por vezes, relacionada com as nossas descobertas no âmbito do SVE.

No final, apesar de tudo, estes foram uns dias muito emocionais e motivacionais. Um dos principais temas debatidos no evento foi - a cidadania europeia e a participação ativa (também o nosso tema para a discussão no blog deste mês). As atividades em Braga fizeram-me pensar mais sobre o panorama geral da minha experiência SVE - do que ela realmente significa (para o mundo!) do voluntariado no estrangeiro. Além de ser um grande desafio pessoal, é uma excelente oportunidade para a troca de ideias, habilidades e aprendizagem intercultura, criada pela União Europeia com o fim de promover a estabilidade política e económica entre os países membros e, talvez de uma forma não muito diferente, como voluntários internacionais todos nós podemos trabalhar em prol de uma causa comum - para promover a paz e a parceria, em qualquer campo de trabalho em que estamos envolvidos.

Então, nessa nota, gostaria de dizer um grande "cheers!" - Para o SVE. Pelos bons momentos, boa companhia... A todos vocês .... à saúde ...... à vida ....

Teresa