quarta-feira, 13 de maio de 2026

I am an Andorinha!

English

I also took SPEA's test to discover what bird am I, and apparently I am an Andorinha!


Like these birds I like to travel and stay in warm places, and the quiz associates this characteristics to a not so good management of finances. This could be true, but it is also true that I'll dedicate al my resources to protect nature, both working in this field, volunteering, and when I'll pay my taxes donating my 1% to NGOs dedicated to sustainability and safeguard of nature, like SPEA.

What bird are you?

https://www.opinionstage.com/page/0619ddf4-d27b-4bf3-b503-91d8f7fe5ba9




Portuguese

Também fiz o teste da SPEA para descobrir que ave sou e, aparentemente, sou uma Andorinha!

Tal como estas aves, gosto de viajar e de estar em lugares quentes, e o quiz associa estas características a uma gestão financeira não muito boa. Talvez seja verdade, mas também é verdade que vou dedicar todos os meus recursos à proteção da natureza — tanto trabalhando nesta área, como fazendo voluntariado e, no futuro, ao doar 1% dos meus impostos a ONGs dedicadas à sustentabilidade e à conservação da natureza, como a SPEA.

E tu, que ave és?

https://www.opinionstage.com/page/0619ddf4-d27b-4bf3-b503-91d8f7fe5ba9


Chasing Signals: A Day in the Field

English

Hello everyone :)

A couple of weeks ago I had the opportunity to participate in the other main project of SPEA, LIFE Natura@Night.

With Fernando, one of the project managers, we had to deploy dispositive able to catch the illumination to measure it around the island and subsequently use the data to determine the light pollution and impact on birds.


The deploy of the dispositive is not very easy, we have to be accurate: the antenna must be faced to the zenith (90degrees), and the solar plate oriented east to west; it has to be stable on a completely flat area, and not at direct contact with lights like streetlights, which could create bias in the measurement. Also, we had to take into account the bureaucratic aspect of the job, asking authorization to collect the dispositive in private places, often cemetery.

But the most challenging part for us was actually getting the necessary signal to collect and transmit the data. The particularity of this signal is that it works on specific protocol, called LoRaWAN, with its own antenna spread around the island and has narrow band wave with a central frequency to send data, resistant to interferences; moreover, it has not been possible yet to access the map with all the antennas and their extension of signal, so we had to manually check it in every new place.

Our plan expected to put at least 5 dispositive, with the following procedure: arrival at the spot, ask help and involve the local manager of the place, set up of the dispositive and check of the signal, and finally installation of the dispositive.

Unfortunately, this is not what happened: because of the particular signal, it was very difficult to have service, so even if we did find the perfect location to monitor the light, we couldn’t be sure about the correct working of the dispositive.  

At the end of the day, we successfully deployed just one dispositive. At first I was a bit disappointed about the low success rate of the day, but as I was speaking with the other collogues I understood that this job requires patience and good team work between us and other organizations; also now we know what we have to implement to be more efficient, and possibly the next time we’ll be able to deploy more dispositive.

Also, on a more positive side, I learned how to use a drill :)



Portuguese

Olá a todos :)

Há algumas semanas tive a oportunidade de participar no outro principal projeto da SPEA, o LIFE Nature@Night.

Com o Fernando, um dos gestores do projeto, tivemos de instalar dispositivos capazes de captar a iluminação para medi-la em diferentes zonas da ilha e, posteriormente, utilizar os dados para determinar a poluição luminosa e o seu impacto nas aves.

A instalação dos dispositivos não é muito simples, porque exige bastante precisão: a antena tem de estar orientada para o zénite (90 graus) e o painel solar deve estar orientado de este para oeste. Além disso, o dispositivo tem de ficar estável numa superfície completamente plana e não pode estar em contacto direto com fontes de luz, como candeeiros de rua, que poderiam criar enviesamentos nas medições. Tivemos também de ter em conta a componente burocrática do trabalho, pedindo autorização para instalar os dispositivos em locais privados, muitas vezes cemitérios.

No entanto, a parte mais desafiante foi conseguir o sinal necessário para recolher e transmitir os dados. A particularidade deste sinal é que funciona através de um protocolo específico chamado LoRaWAN, que utiliza as suas próprias antenas espalhadas pela ilha e uma onda de banda estreita com frequência central para transmitir dados, sendo resistente a interferências. Além disso, ainda não foi possível aceder ao mapa com todas as antenas e a respetiva cobertura de sinal, por isso tivemos de verificar manualmente a ligação em cada novo local.

O nosso plano era instalar pelo menos cinco dispositivos, seguindo o seguinte procedimento: chegada ao local, pedido de ajuda e envolvimento do responsável local, montagem do dispositivo e verificação do sinal e, finalmente, instalação definitiva do equipamento.

Infelizmente, as coisas não correram exatamente como previsto: devido às particularidades do sinal, foi muito difícil obter ligação. Assim, mesmo quando encontrávamos o local perfeito para monitorizar a luz, não conseguíamos garantir o correto funcionamento do dispositivo.

No final do dia, conseguimos instalar com sucesso apenas um dispositivo. No início fiquei um pouco desiludida com a baixa taxa de sucesso do dia, mas, ao falar com os outros colegas, percebi que este trabalho exige paciência e um bom trabalho de equipa entre nós e as outras organizações. Agora sabemos melhor o que precisamos de melhorar para sermos mais eficientes e, possivelmente, da próxima vez conseguiremos instalar mais dispositivos.

Além disso, numa nota mais positiva, aprendi a usar um berbequim :)

terça-feira, 12 de maio de 2026

Eu, Kathleen Carreira Neves, so um cuco. E tu?

Eu, Kathleen Carreira Neves, so um cuco. E tu? Descobre no quiz: 

https://www.opinionstage.com/page/0619ddf4-d27b-4bf3-b503-91d8f7fe5ba9 

Aparentemente, sou o cuco, a ave conhecida pelo seu canto característico “cu-cu”, que acabou por dar nome à espécie. É também famosa pela sua particularidade reprodutiva, conhecida como parasitismo de criação: a fêmea põe os ovos no ninho de outra espécie, deixando que esta trate da incubação e da alimentação da cria.

Para além de estar associado a esta ave, ao mesmo tempo fascinante e impiedosa, esta publicação destaca duas coisas. Em primeiro lugar, sim, vivo com os meus pais e não pago impostos, como acontece com estudantes belgas. Mas, acima de tudo, em Portugal é possível doar 1% do IRS a qualquer associação, incluindo a SPEA, uma organização que desenvolve soluções concretas para compreender e proteger melhor as espécies afetadas pelo impacto humano.



English version

I, Kathleen Carreira Neves, am the cuckoo. And you?Found out with the quiz: 

https://www.opinionstage.com/page/0619ddf4-d27b-4bf3-b503-91d8f7fe5ba9

Apparently, I am the cuckoo, the bird known for its characteristic “cuckoo” song, which gave the species its name. It is also famous for its unusual breeding behavior, known as brood parasitism: the female lays her eggs in the nest of another species, which then incubates the egg and feeds the young bird.

Beyond being associated with this fascinating yet ruthless bird, this post highlights two things. First, yes, I live with my parents and I do not pay taxes, as is often the case for Belgian students. But most importantly, in Portugal, people can donate 1% of their IRS to any association they choose, including SPEA, an organization that works to develop concrete solutions to better understand and protect species affected by human impact.